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Empreendendo e promovendo cultura
Inaugurada em 13 de junho de 1985 (dia de Santo Antônio), a CASA AÇORIANA ARTES E TRAMÓIAS ILHOAS surgiu de uma ideia do artista plástico Janga (João Otavio), morador do distrito de Santo Antônio de Lisboa, desde 1976. Após criar no início dos anos 80 o grupo Mão de Pilão (um grupo de Boi de Mamão que marcou época), Janga sentiu a necessidade de criar um espaço que mostrasse de forma condigna, a produção artística local, contribuindo para a reativação, estímulo e divulgação de seus valores culturais.
O conjunto das artes populares reflete a natureza e a sensibilidade de um determinado lugar. A Casa Açoriana sempre teve como um dos seus objetivos permitir que o contato com o que há de mais autêntico na produção cultural da ilha e adjacências levasse o visitante a conhecer melhor aquela maneira de ser toda própria que caracteriza as comunidades litorâneas catarinenses.
A sede do Centro Cultural está situada em um casarão oitocentista adquirido na época por Janga e Jandira Lorenz (artista plástica), reformado e adaptado para sediar uma Galeria de Artes, uma exposição permanente de cultura popular e oficinas de arte, que funcionaram nos primeiros cinco anos. Essas oficinas permitiram a dezenas de crianças e jovens da comunidade uma iniciação nas artes plásticas, música, e artes cênicas, desenvolvendo seu potencial criativo e aprofundando seu convívio com as diferentes formas de manifestação artística.
Foi criado também um atelier livre de pintura e desenho sob a orientação do Janga, um laboratório fotográfico e uma olaria artesanal cujos trabalhos desenvolveram-se até meados dos anos 90. Além dessas atividades, a Casa Açoriana ofereceu a comunidade espetáculos teatrais, recitais de poesia, concertos de música clássica e popular, mostras de artes plásticas, etc., contribuindo para que Santo Antônio de Lisboa passasse a ser o mais dinâmico polo cultural do interior da ilha.
Com o encerramento das atividades da escolinha de artes a Casa Açoriana – que passou a funcionar mais como Galeria – foi responsável direta ou indiretamente pelo surgimento e valorização de vários artistas locais. Ao longo destes anos a Casa Açoriana tem se mantido firme em seus objetivos originais de incentivo a arte e a cultura local, tendo servido de plataforma para vários artistas se projetarem em outras partes do Brasil e no exterior.
O artista plástico Janga é cliente do Banco do Empreendedor. O agente de crédito Bruno Nogueira, da unidade Continente, de Florianópolis.
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